Arquidiocese de Curitiba em campanha contra a dengue

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A dengue está presente no Paraná com muita força e o risco de uma grande epidemia é real e verdadeiro. A situação fica ainda mais crítica porque o mosquito transmissor está mais resistente e já se reproduz em água suja. De acordo com o mais recente boletim epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde, o Paraná registra 2.631 casos confirmados. Trata-se de um número 2.500% maior que no ano passado.

Por essa razão, a Arquidiocese de Curitiba adere à campanha do Governo do Estado para combater esse quadro.  O foco da campanha é a eliminação de criadouros do mosquito transmissor.  As 143 paróquias estão recebendo carta informativa sobre a gravidade deste tema. Na carta, explica-se o conteúdo que tem sido divulgado pela Secretaria de Saúde, destacando que além dos casos confirmados já são 14 mil notificações de julho para cá.

“Temos que ter consciência de que problema não é do vizinho do lado, ou da frente ou do dono do terreno baldio. O problema é de todos nós”, aponta o material, pedindo que cada paróquia e cada pessoa adotem uma atitude pró-ativa para eliminar os criadouros do mosquito, que pode estar presente qualquer acúmulo de água onde ele possa fazer a deposição dos ovos.

Confira vídeo da Campanha para incentivar cada um a fazer a sua parte:

Confira aqui uma lista de atitudes importantes a tomar para combater a dengue. 

Confira o conteúdo do comunicado às Paróquias:

A dengue está presente no nosso Estado com muito mais força e o risco de uma grande epidemia é real e verdadeiro. A situação fica ainda mais crítica porque o mosquito transmissor está mais resistente, e já se reproduz em água suja.
O vírus ficou mais forte.

É a dengue no quadro mais grave que está circulando na nossa sociedade. Esta nova fase da doença já causou duas mortes. Eram jovens de 31 e 27 anos. De acordo com o mais recente boletim epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde, o Paraná registra 2.631 casos confirmados. Trata-se de um número 2.500% maior que no ano passado.

Além dos casos confirmados, já são 14 mil notificações de julho para cá. São 10 cidades com epidemia, 14 em alerta e 37 em situação séria. Estes números tendem a crescer nas próximas semanas e só a efetiva participação da população pode frear o avanço da doença. Temos que nos unir.

Temos que ter consciência de que problema não é do vizinho do lado, ou da frente ou do dono do terreno baldio. O problema é de todos nós. Em todos os cantos do Paraná o Aedes aegypti está ativo e é preciso eliminar todos os criadouros do mosquito se quisermos efetivamente proteger crianças, jovens, adultos e idosos. Todos estão vulneráveis a esta nova variante da doença.

O mosquito não escolhe uma localização específica. Está em qualquer acúmulo de água onde ele possa fazer a deposição dos ovos. O remédio contra a Dengue não é aquele que será ministrado após os sintomas da doença. O remédio contra a Dengue é a limpeza, a responsabilidade e o cuidado.

Estamos nos engajando num grande mutirão criado pelo Governo do Estado. O objetivo é orientar, conscientizar e agir. É muito importante que cada um de nós adote uma atitude pró-ativa. É isto que estamos pedindo para que possamos, juntos, evitar mais sofrimentos e mortes.

Lembrem-se: a dengue mata e não está escolhendo vítimas.

 

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