Missões: uma breve reflexão

Na celeridade do tempo, eis que chegamos a outubro, tradicionalmente um mês dedicado à reflexão sobre a dimensão missionária da Igreja. E entre os muitos significados para a temática da missão, o destaque, neste mês, é para a missão ad Gentes, isto é, a missão de evangelizar as pessoas e regiões nas quais Jesus Cristo ainda é pouco conhecido. O mais comum é que sejam também regiões
nas quais a pessoa humana é menos protegida, é mais violentada: regiões da África e da Ásia. É verdade também que há missionários no Japão, na Coréia do Sul, também na China estão entrando missionários.

Tive a feliz ventura de conhecer alguns países de missão na África. É gratificante contemplar a juventude da Igreja nas regiões missionárias. Os recursos humanos e materiais são escassos. Mas a vitalidade dos missionários, o amor pela terra de missão e pelo seu povo, o gosto por celebrar com aquela gente que dança, sorri e canta, apesar de tantas carências, são “indicativos proféticos” para quem tende a se habituar, quase a exigir o excesso. As regiões missionárias, e os missionários, até sem pronunciar
palavras estão a nos dizer que o essencial é suficiente.

Por falar em essencial, quando se trata de evangelização em regiões missionárias, lembro a todos os leitores, que a Igreja no Paraná predispôs-se a colaborar com os católicos de Guiné-Bissau, pequeno país do noroeste africano. Lá há missionários paranaenses, inclusive um bispo brasileiro. Pretendemos colaborar com a Igreja naquele pequeno país com a oferta de 20 mil bíblias. A quase todas as famílias faltam os meios até para dispor de um exemplar da Palavra de Deus. Eu mesmo pude ver quanto a amam.

Na nossa Arquidiocese é a Catequese que mais diretamente se envolveu com este projeto. Peço sua colaboração caro leitor. Em sua paróquia converse com o padre ou com a coordenação da Catequese. O Senhor lhe será grato.

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