Santuário Nossa Senhora do Perpétuo Socorro celebra dia dos Santos Esposos, José e Maria

No último sábado, dia 23 de janeiro, a Igreja Católica celebrou a Festa dos Santos Esposos, José e Maria. A celebração iniciou no século XV, na França, e caiu em desuso, em 1961, com a formulação do novo calendário litúrgico. Em 1989, a festa foi reintroduzida no calendário, mas até hoje não é muito divulgada.
O Santuário Nossa Senhora do Perpétuo Socorro promoveu a celebração dos Santos Esposos (Foto: Perpétuo Socorro)
O Santuário Nossa Senhora do Perpétuo Socorro promoveu a celebração dos Santos Esposos (Foto: Perpétuo Socorro)
Para bem celebrar este momento, o Santuário Perpétuo Socorro de Curitiba  preparou uma missa, às 19h30, na qual os casais foram convidados a renovar suas promessas do matrimônio e também receberam a bênção das alianças. A celebração, presencial e online, foi presidida pelo padre Sérgio Lima, CSsR.
Durante a celebração, os casais puderam renovar seus votos de matrimônio (Foto: Perpétuo Socorro)
Durante a celebração, os casais puderam renovar seus votos de matrimônio (Foto: Perpétuo Socorro)
José e Maria
A celebração dos Santos Esposos perdeu força na tradição católica, mas a intenção é voltar a fortalecer a data (Imagem: Divulgação)
A celebração dos Santos Esposos perdeu força na tradição católica, mas a intenção é voltar a fortalecer a data (Imagem: Divulgação)

Os Santos Esposos são Maria e José. Ele era o homem Justo, o Filho de Davi (Mateus 1,19–20); ela, a serva do Senhor (Lucas 1,38). São os que mais estiveram próximos fisicamente de Deus. E Jesus aprendeu a ser gente e judeu fiel através dos ensinamentos que recebeu dos seus pais. Assim, os Santos Esposos são a fonte da família de Jesus e por isso a Igreja insiste nas atividades ligadas à Família.

No relacionamento de José e Maria, o que fez a diferença é o fato de terem buscado a Deus. Eles se aceitavam e buscavam ser o melhor entre si, para Jesus, seu filho, e para a sociedade. Isso exigia de ambos a máxima expressão da união conjugal, ou seja, o dom total e completo de um para com o outro. Assim, Deus pôde agir.
Entre ambos existiu, como afirmou Bernardino de Bustis: “Um amor indivisível e santíssimo; de fato, depois de Cristo seu Filho, a Virgem puríssima não amou nenhuma outra criatura assim tanto como José e da mesma forma José amou Maria acima de qualquer outra criatura”. Este pode ser o caminho para as relações familiares: olhar para os Santos Esposos, Maria e José, e buscar, neles, o modelo, a fonte para as Famílias.