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Novena em Louvor a Nossa Senhora das Graças da Medalha Milagrosa

A Capela Medalha Milagrosa, em Curitiba, convida todos para participar da tradicional Novena em Louvor a Nossa Senhora das Graças

Novena em Louvor a Nossa Senhora das Graças da Medalha Milagrosa

A Capela Medalha Milagrosa, em Curitiba, convida todos para participar da tradicional Novena em Louvor a Nossa Senhora das Graças da Medalha Milagrosa. Este ano, a novena traz o tema: “Maria, Rainha da Paz, ajuda-nos a construir e cultivar a paz…” e será realizada de 18 a 26 de novembro de 2024, com celebrações diárias às 19h.

A novena antecede o dia da Festa de Nossa Senhora das Graças da Medalha Milagrosa, dia 27 de novembro. Neste dia, quarta, será realizada Santas Missas em dois horários, às 9h e às 19h, oferecendo a todos os devotos uma oportunidade de renovação espiritual e fortalecimento da fé.

Aqueles que não puderem comparecer presencialmente terão a chance de acompanhar as celebrações por meio de transmissões ao vivo nos canais oficiais da Capela no YouTube e Facebook, facilitando o acesso à devoção onde quer que estejam.

Além das celebrações, haverá um bazar permanente durante toda a novena, com o objetivo de arrecadar fundos para o Projeto Vicentino 13 Casas, uma iniciativa solidária em prol das obras de caridade.

Serviço:
  • Evento: Novena em Louvor a Nossa Senhora das Graças da Medalha Milagrosa
  • Tema: “Maria, Rainha da Paz, ajuda-nos a construir e cultivar a paz…”
  • Data: 18 a 26 de novembro de 2024
  • Horário da Novena: 19h
  • Missa Festiva: 27 de novembro de 2024, às 9h e 19h
  • Local: Capela Medalha Milagrosa – Província de Curitiba
    • Endereço: Av. Manoel Ribas, 02, São Francisco, Curitiba/PR
  • Transmissão ao vivo: YouTube e Facebook da Capela

Contato: (41) 3221-7000

“Vinde aos pés desse altar, aqui as graças serão derramadas sobre todas as pessoas que as pedirem com confiança em fervor.” – Nossa Senhora a Catarina Labouré

Conheça a história da medalha milagrosa de Nossa Senhora

Em 1830, no dia 27 de novembro, deu-se a aparição de Maria a Santa Catarina Labouré, da Congregação das Filhas da Caridade, à Rue du Bac 140, em Paris. Nessa ocasião, a Mãe de Jesus mostrou o modelo da medalha que Ela desejava que fosse cunhada como sinal de grandes graças que ela obteria junto ao seu Divino Filho.

Essa Medalha traz inúmeras mensagens, e a primeira delas é atinente a Imaculada Conceição de Maria, dogma que seria proclamado dia 8 de dezembro de 1854, por Pio IX, na Bula Ineffabilis Deus. As mãos abertas da Medianeira de todas as graças é outra grande lição. É o resumo do papel da Virgem Maria na história da salvação, no Evangelho.

Adite-se a cruz de Cristo nela, sacrificado pelos homens, e Maria, exemplo de fé ao pé da cruz, representada pelo “M” de seu nome. O coração de Jesus e de Maria a atestar o amor imenso do Salvador e de Sua Mãe por todos os remidos. As doze estrelas lembram a mulher do Apocalipse (cf. Ap 12,1). Ela é aquela que deu nascimento ao corpo humano de Cristo e à Igreja, que dá nascimento aos batizados que formam o Corpo Místico de Jesus.

Como as 12 estrelas, lembram também das 12 tribos de Israel e dos doze apóstolos, a medalha milagrosa tem um aspecto também profundamente missionário. Adite-se que, no século XIX, imperava por toda parte a negação de Deus com o endeusamento da ciência, que pretendia responder a todas as questões religiosas e filosóficas.

Quais são as mensagens da medalha milagrosa?

A literatura da época estava impregnada de ateísmo, levando as mentes ao irracional e ao fantástico. Além disso, quando, em 1830, ia se instalar um regime político antirreligioso, desenvolvendo uma forma de capitalismo liberal particularmente materialista, a Virgem, então, propõe não um objeto científico, mas um objeto simples, uma medalha a falar das realidades celestes. A difusão dessa peça se dá no momento também de uma renovação do Catolicismo social com Frederico Ozanam e as Conferências de São Vicente de Paulo. Ocorria uma vitalidade da reflexão universitária e literária católica. Tudo isso era reforçado com a medalha que mostrava a intervenção de Deus na história não só da França, mas de todo o mundo.

O Arcebispo de Paris, a quem Catarina Labouré levou o pedido de Nossa Senhora, para que se cunhassem as medalhas, percebeu a riqueza doutrinária que ela continha. Em 1832, houve a primeira distribuição dessas peças por ocasião da epidemia da cólera, que dizimava a capital francesa. As primeiras 20 mil medalhas foram confeccionadas, em 1830, ano em que essa epidemia, vinda da Rússia, por meio da Polônia, irrompeu, em Paris, a 26 de março, ceifando vidas, num imenso cântico fúnebre. Num só dia, houve 861 mortes. No total, foram registradas, oficialmente, 18.400 mortes; porém, na realidade, houve mais de 20 mil. As descrições da época são aterradoras: em quatro ou cinco horas, o corpo de um homem, em perfeita saúde, reduzia-se ao estado de um esqueleto.

Milagre da medalha

Como se fora num abrir e fechar de olhos, jovens cheios de vida tomavam o aspecto de velhos carcomidos, e logo depois não eram senão cadáveres. Nos derradeiros dias de maio, a epidemia parecia recuar. Na segunda quinzena de junho, no entanto, um novo surto da doença redobrou o pânico do povo. Mas, finalmente, no dia 30 de junho, a Casa Vachette entrega as primeiras 1.500 medalhas, que são distribuídas pelas Filhas da Caridade e abrem o cortejo sem fim das graças e dos milagres: curas maravilhosas se deram e a epidemia foi debelada.

Houve, depois, a conversão de Alfonso Ratisbona do Judaísmo para o Cristianismo, e ele se pôs a trabalhar para a aproximação dos judeus-cristãos.

A Igreja falava na santa medalha, mas o povo logo a chamou de medalha milagrosa. Quando Santa Catarina Labouré faleceu, dia 31 de dezembro de 1876, já um bilhão de medalhas tinham sido distribuídas. Cumpre sempre que a Santa Igreja chama de “sacramental” alguns objetos abençoados pelo sacerdote, tais como: as medalhas milagrosas e de São Bento, o escapulário de Nossa Senhora do Carmo e o terço. Não transmitem por si mesmos a graça como os sacramentos, mas penhoram as bênçãos divinas e ajudam os cristãos a progredir na fé, na esperança, na prática das outras virtudes e na vida de oração.

Cônego José Geraldo Vidigal de Carvalho
Professor no Seminário de Mariana durante 40 anos

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Com informações SAV Vicentino e Canção Nova

 

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