Desde a parceria com a Faculdade Vicentina até o cuidado na escolha das flores com a Cooperflora, cada passo foi vivido com propósito. Nossa parceria e certificação pela Escola Técnica de Arte Floral foi essencial para a qualidade da formação, contando com o apoio da professora Val Du Arte, floral designer formada e reconhecida internacionalmente.
Tal como as flores desabrocham, também os sorrisos se abriram durante a oficina. O entusiasmo ao manusear as flores contagiou a todos — registros lindamente eternizados por Nilton e Nilda Fagundes.
As flores foram nossas “criaturas irmãs”, especialmente no contexto dos 800 anos do Cântico das Criaturas de São Francisco de Assis, apresentado por Rafael e Caroline Bobato – membros coordenadores da Pastoral da Cultura. O Cântico das Criaturas nos lembrou do cuidado do Criador ao embelezar a vida e, ao mesmo tempo, da efemeridade da existência diante da irmã-morte.
Tuddo isso foi possível pelo apoio da @arquidiocesecuritiba, especialmente do Conselho de Leigos e de sua secretária Elania Bueno. Desde o início, sabíamos que esta não seria apenas uma atividade da Pastoral da Cultura, mas um momento de edificação para todo o Corpo de Cristo. Católicos romanos de diversas paróquias de Curitiba e região, luteranos e presbiterianos caminharam juntos, partilhando saberes para a ornamentação dos cultos litúrgicos. Além das aulas, foi ofertada uma apostila teórica exclusiva sobre as técnicas de ornamentação do culto litúrgico com flores naturais.
Celebramos também a vocação laical com uma peregrinação até a Catedral Curitiba, conduzida pelo Conselho de Leigos, em ocasião do Jubileu da Esperança 2025. Esse encontro foi ainda mais significativo porque, em 2025, celebramos o Jubileu de Ouro do Conselho Nacional do Laicato do Brasil (CNLB), fundado em 1975 para fortalecer a participação ativa do laicato como sujeito eclesial.
A Igreja de Curitiba, formada em sua maioria por leigas e leigos, reafirma neste Jubileu seu compromisso com as XVIII Diretrizes para a Evangelização da Arquidiocese de Curitiba: construir uma Igreja missionária e sinodal, viva e atuante na edificação do Reino.