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Mais de 50 padres se unem para o primeiro retiro do clero de 2025

Encontro serviu para renovação espiritual e para reafirmar a comunhão entre os sacerdotes Entre os dias 6 e 10 de

Mais de 50 padres se unem para o primeiro retiro do clero de 2025

Encontro serviu para renovação espiritual e para reafirmar a comunhão entre os sacerdotes

Entre os dias 6 e 10 de janeiro, mais de 50 sacerdotes estiveram presentes no retiro do clero da Arquidiocese de Curitiba, que ocorreu na Casa Santo Antônio, em Almirante Tamandaré, na grande Curitiba. Dom Reginei José Modolo, bispo auxiliar de Curitiba, uniu-se aos padres nos momentos de reflexão sobre a espiritualidade da vida ministerial. A abertura do retiro se deu com a Santa Missa presidida pelo Arcebispo de Curitiba, dom José Antônio Peruzzo. Além das Missas, o retiro também teve momentos de pregação e de oração do terço, Adoração ao Santíssimo e momentos de reconciliação, com o Sacramento da Confissão.

O tema principal do primeiro retiro de 2025 foi o “Sacerdote como imagem do Pai, servidor do Evangelho”, discutindo também temas secundários abordando a figura do padre como homem da oração, da disponibilidade e da caridade. Ainda foram tratados assuntos relacionados à caridade, ao amor e à união entre os irmãos do presbitério e os bispos, temas latentes na vida de um sacerdote. Ministrando as pregações, estava o padre Teodoro Ekongo Sachenda, monge trapista que veio de Angola e vive no Brasil desde 2011. Os monges trapistas são monges beneditinos que vivem em comunidade, e fazem parte da Ordem Trapista, também conhecida como Ordem Cisterciense da Estrita Observância.

Os assuntos discutidos entre os sacerdotes trabalham aspectos diretamente relacionados à vida na Igreja e no convívio com as comunidades. Um exemplo foram os temas do padre como homem da fé e que, apesar das suas limitações, deve estar sempre perto de Deus. Além disso, também foram debatidos aspectos do padre como homem próximo ao Sacrário, com esperança e dando consolo aos que mais necessitam.

O padre Luiz Alberto Kleina, assessor eclesiástico da Comissão de Comunicação da Arquidiocese de Curitiba destacou que momentos como o retiro fortalecem o exercício ministerial dos sacerdotes. “O padre sem oração se torna superficial e sem energia para o pastoreio. É imenso o bem que se faz ao sacerdote retirar-se no silêncio e na oração, pois a nossa vocação e missão é para ser vivida na plenitude do Evangelho de Jesus Cristo”, afirmou padre Kleina.

O retiro, além de promover a renovação espiritual, reafirmou a unidade e o compromisso dos sacerdotes com a missão de servir a Deus e ao seu povo, fortalecendo a comunhão entre os membros do presbitério. O padre Regis Soczek Bandil, Pároco da paróquia Imaculada Conceição, de Campo Magro (PR), destacou a espiritualidade dos temas abordados nas pregações do retiro. “O padre Teodoro conduziu as palestras de maneira orante, questionadora e profunda. Não ficamos presos somente ao estudo da Teologia, mas tivemos a oportunidade rezar de maneira orante, iluminados pela Sagrada Escritura e pela Tradição da Igreja”, explicou o padre.

Padre Regis, que também é Coordenador do Presbitério Diocesano, ainda relembrou os temas abordados no retiro como ferramentas para o bom exercício do sacerdócio “O retiro foi muito impactante, sobretudo no que diz respeito à paternidade sacerdotal, na relação com o bispo com o próximo e com o povo, o qual Deus nos confia o cuidado e o amor”, finalizou.

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Por Luiz Fernando Hanysz
Setor de Comunicação da Arquidiocese de Curitiba

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