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Dom Francisco Cota, no Dia Mundial dos Pobres: “menos consumismo e mais solidariedade”

No domingo, dia 17 de novembro deste ano, a Igreja Católica celebrou no mundo o 3º Dia Mundial dos Pobres.

Dom Francisco Cota, no Dia Mundial dos Pobres: “menos consumismo e mais solidariedade”

No domingo, dia 17 de novembro deste ano, a Igreja Católica celebrou no mundo o 3º Dia Mundial dos Pobres. Como mensagem para este ano, o Papa Francisco toma como ponto de partida as palavras do salmista “A esperança dos pobres jamais se frustrará” (Sal 9, 19), que, segundo o papa, “são de incrível atualidade”.

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Em Curitiba,  diversas lideranças de pastorais sociais da Arquidiocese estiveram presentes em missa promovida pela Dimensão Social da Arquidiocese. A missa foi celebrada no Santuário Nossa Senhora de Guadalupe pelo bispo-auxiliar de Curitiba, Dom Francisco Cota, e concelebrada pelos padres Reginaldo Manzotti – reitor do Santuário -, e padre Danilo Pena – coordenador da Dimensão Social na Arquidiocese.

Em sua homilia, Dom Francisco Cota lembrou a todos que o período do ano litúrgico vivido é um período de caminharmos na direção de proclamarmos Cristo Rei do Universo e a condição para bem celebrarmos essa proclamação é buscarmos o verdadeiro acolhimento de Cristo, que é feito na Palavra, na Santa Eucaristia e também no Seu acolhimento na pessoa do pobre.

Em referência à terceira edição do Dia Mundial dos Pobres, o bispo ressaltou a profundidade do lema aderido neste ano, em que o Papa Francisco usa a frase do salmo que diz que “a esperança dos pobres jamais se frustará”. Explicou o contexto em o pobre está entre nós, clamando a Deus, mas que muitas vezes não é escutado por nós: “Deus o escuta, mas nós não”.

O tema, segundo o bispo-auxiliar de Curitiba, provoca à reflexão de como nossa sociedade vive a cultura do descarte, do consumismo e da pouca solidariedade, comentando que o Dia Mundial dos Pobres é um chamado para uma inversão a esta lógica: “precisamos de menos consumismo e mais solidariedade. Diante do ambiente de pessoas vivendo em condições muitas vezes subumanas, somos chamados a uma assistência mais plena, que vise o verdadeiro bem do empobrecido, de forma duradoura”.

Ele fez um chamado para a Igreja buscar avançar com ações sociais que possam melhorar a condição de vida das pessoas atendidas: “As ações caritativas são importantes e louváveis, mas devemos também dar passos de mais comprometimento. Na Igreja, temos esse trabalho feito por meio das pastorais sociais, que se comprometem com a assistência mais plena e comprometida, para valer os direitos para que todos possam ter vida digna. É missão nossa.”

Confira a Missa na íntegra, produzida e transmitida pela TV Evangelizar:

 

 

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