Dra. Lenise Garcia participa de Sessão de debate temáticos do Senado – com o tema sobre assistolia fetal antes de interromper gravidez.
O trauma psicológico das mulheres que passam por abortos, especialmente em casos de gravidez avançada, é muito profundo. A prática deveria ser substituída pela adoção, onde existe uma alta demanda por adoções de recém-nascidos.
A hipersexualização da sociedade é um fator que contribuem para a gravidez precoce e não desejada. É necessário políticas preventivas em vez de permissivas, isso sim são políticas públicas adequadas.
Dado que o Supremo Tribunal Federal tratou a questão do aborto com urgência, o Parlamento também deve fazê-lo, para limitar a prática da morte de bebês no Brasil.
A sociedade deve focar na identificação e punição de abusadores e na criação de um ambiente que apoie tanto a mãe quanto o filho.
Acompanhe a participação completa abaixo:
Dra Lenise Garcia é presidente do Movimento Nacional da Cidadania pela Vida – Brasil sem Aborto (BSA).